Com o tema “Amamentação para um começo de vida sustentável – fortalecer o que funciona”, a Semana Mundial do Aleitamento Materno 2026 tem início neste sábado, 1º de agosto, ressaltando a relevância de acompanhar progressos, trocar experiências de sucesso e reafirmar o papel do aleitamento na nutrição infantil, na segurança alimentar e no combate à pobreza. Conforme aponta a Sociedade Brasileira de Pediatria, o ato de amamentar ultrapassa as vantagens diretas para a saúde de mães e bebês, gerando reflexos positivos também nos âmbitos social, econômico e ambiental.
Sob a ótica da saúde pública, o leite materno é visto como um alimento completo, pois oferece os nutrientes indispensáveis para o desenvolvimento infantil, reforça a imunidade e contribui para diminuir a mortalidade na infância, algo exemplificado no relato da servidora pública Juliana Cristina Machado, do Distrito Federal, que é mãe de dois filhos e reforça a importância dessa prática.
Apesar dos avanços registrados no país, a entidade adverte para entraves persistentes, a exemplo da baixa adesão ao aleitamento exclusivo em determinadas regiões e da oferta desnecessária de fórmulas infantis sem a devida orientação médica. Para enfrentar o problema, a Assembleia Mundial da Saúde estipulou como objetivo global alcançar ao menos 60% de aleitamento exclusivo, enquanto o Brasil fixou a meta de atingir 70% até o ano de 2030.
"É um momento único de mãe e filho, fortalece o vínculo com a criança, a afetividade da criança com a gente também. A amamentação fortalece a imunidade da criança. O meu filho no período da amamentação praticamente não ficou doente, e quando ele ficou doente se recuperou muito rápido. Eu sempre busquei me alimentar bem para os nutrientes irem para o leite. Então, eu acredito sim que ajuda a fortalecer o sistema imunológico da criança".
A mobilização faz parte do Agosto Dourado, período voltado para sensibilizar a sociedade sobre a relevância do leite materno, combater mitos e fake news sobre o tema e promover espaços cada vez mais acolhedores e adequados para que as mães possam amamentar.
Fonte: www.agenciabrasil.ebc.com.br
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