O Ministério do Turismo e a Universidade do Estado do Amazonas, por meio do Programa Mais Acesso, lançaram nesta segunda-feira uma consulta pública focada na acessibilidade de pessoas neurodivergentes no setor turístico. O levantamento de dados será realizado por meio de um formulário online, que permanecerá aberto para contribuições até o final de fevereiro de 2026.
Essa ação busca trazer mais destaque ao tema e coletar informações essenciais para a criação de um guia técnico. O material servirá como referência para o mercado, reunindo diretrizes e recomendações de boas práticas que ajudem profissionais e empresas do setor a oferecerem um atendimento mais inclusivo e adaptado às necessidades desse público.
A inclusão no setor de viagens foi destacada pela professora Marklea Ferst, do Programa Mais Acesso da UEA, que defende que o turismo pleno depende de condições que garantam autonomia, segurança e dignidade a todos os indivíduos. Segundo a doutora, a participação direta das pessoas envolvidas é um passo fundamental para o desenvolvimento de estratégias que realmente funcionem na prática.
O estudo vai além da identificação de barreiras sensoriais, comportamentais e de comunicação, buscando também registrar exemplos de bom atendimento que já ocorrem no mercado. Para garantir uma visão abrangente, o levantamento envolve tanto os turistas neurodivergentes e seus familiares quanto os profissionais que atuam no segmento. Com esse foco na escuta ativa, a iniciativa da UEA reforça sua dedicação em promover um turismo mais representativo e acessível para todos.
Para responder à pesquisa, acesse o link abaixo:https://forms.office.com/pages/responsepage.aspx?id=f5-vybm41U-ihXYMm6qIf5s22ODLrvtGobTQAIVXDJJUMVlZUklZQUdSSTNOMTZNNFIzUTlDRUxGWS4u&route=shorturl
Fonte: www.uea.edu.br
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